Tema do mês: kriyá – drishti
Os drishtis são variedades de trátaka (limpeza dos globos oculares) que podem ser utilizados sob duas interpretações: como kriyás ou com dháraná. No primeiro caso são denominados bahiranga trátaka (externos) e no segundo caso, antaranga trátaka (internos). Como kriyás, o praticante não precisa atentar para a concentração mais do que o necessário à boa consecução da técnica.
Sendo os drishtis, exercícios de fixação do olhar, os músculos oculares são muito solicitados e os globos oculares ficam lavados pelo lacrimejamento. Por isso mesmo, se feitos com moderação podem beneficar os olhos e reduzir alguns problemas visuais. Mas, ao contrário, feitos com exagero poderão lesionar o mecanismo da visão.
Na variedade de exercícios para concentração, o praticante deve esforçar-se por não deixar o pensamento evadir-se do objeto da fixação. Por exemplo, se o objeto é uma estrela, procurar ficar sem piscar o máximo possível de tempo, dentro do racional, mantendo a atenção fixa na estrela.
Alguns exemplos de drishti:
- Naságra drishti: fixação na ponta do nariz;
- Bhrúmadhya drishti: fixação na raiz do nariz, entre as sobrancelhas;
- Agni drishti: fixação no fogo (chama de uma vela, fogueira, tocha, etc.)
- Táraka drishti: fixação numa estrela;
- Chandra drishti: fixação na lua;
- Súrya drishti: fixação no sol (só no nascente e no poente, mesmo assim, apenas naquele momento em que não fira os olhos).
Fonte: DeRose
Cardápio da semana de 23/1 a 27/1
Cardápio da semana de 23/1 a 27/1
Segunda: risotto de pêras com gorgonzola – Lígia
Terça: lasagna de queijos – Leo
Quarta: arroz, batatas e legumes na manteiga – Julio
Quinta: penne ao molho de laranja- Leo
Sexta: couscous com lentilhas – Lígia

Servimos almoço de segunda a sexta das 12h às 13h30.
Valor: R$ 15 por pessoa.
Venha almoçar conosco!
O Yôga nada tem a ver com Zen
Nosso trabalho não é “zen”*. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e atletas. Nenhum deles é adepto de seitas ou modismos “zen”. Atuamos com profissionalismo, pagamos nossos impostos, participamos de ações sociais e estamos inseridos na sociedade como qualquer outra pessoa. Basta olhar – sem preconceito! – para um dos nossos praticantes e constata-se que ele não tem nada de “zen”. Aliás, todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria reportagem ou entrevista e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.
Em novembro de 2005 um importante jornal carioca noticiou que o restaurante Doce Delícia, do Leblon, estaria inserindo no cardápio um prato intitulado Strogonoff DeRose. Sem mais pensar a respeito, quem compôs o texto passas a declarar: O Strogonoff Zen (que leva parmesão, mozarela e provolone ao molho cremoso de tomate, noz-moscada, champignon e palmito) foi criado em homenagem a Mestre DeRose [...]”. De onde o estimado jornalista tirou a qualificação “zen”? Será que era por causa do queijo parmesão, da mozarela, ou do provolone? Será que era o molho de tomate, o champignon, o palmito? Ou será que era por ser em homenagem ao Mestre DeRose, que tem seu nome associado ao Yôga e o redator já havia decidido que sendo Yôga tem que ser “zen”e está acabado?
Na mesma semana, a maior revista do país publicou sobre nós uma belíssima reportagem que começa assim: “O agito na Praia de Ipanema vai abrir espaço para uma prática zen { …}”. Como assim? Não era uma prática “zen”! Era uma prática de SwáSthya Yôga, a modalidade mais avessa a atitudes estereotipadas e a comportamentos esquisitoides.
Na mesma semana, um dos mais importantes jornais de São Paulo publicou a matéria intitulada Yôga com Elegância, a respeito de um livro meu. A matéria foi bem escrita e extremamente simpática. Mas…quando menos se espera, saído do nada, leio “Yôga são boas maneiras, simplifica o Mestre DeRose, ao ser perguntado {…} sobre o que, afinal, o milenar sistema filosófico e ritualístico indiano tem a ver com etiqueta”. Como assim ritualístico? De onde saiu essa dedução? Eu não disse nada que pudesse induzir a tal interpretação, nem encontrei essa palavra em nenhum dos meus 25 livros. É que sendo Yôga cai imediatamente na caixa preta, num drive com defeito de formatação.
Tudo isso ocorreu na mesma semana, e três das mais importantes publicações do país, escritas pelos mais informados jornalistas. Conclusão: é preciso fazer alguma coisa, é urgente tomar alguma providência para esclarecer a opinião pública de que o Método DeRose, não tem nada de “zen” e não se encaixa em nenhum estereótipo ou modismo contemporâneo.
*Zen é a denominação de uma variedade do budismo especialmente desenvolvido no Japão. Não tem nada a ver com o Yôga nem com a Índia. Budismo é uma religião. Yôga é classificado como filosofia. Se analisarmos por esse lado já percebemos que é um equívoco qualificar o Yôga como Zen. Contudo, se quisermos invocar a gíria que denomina “zen” qualquer coisa que seja oriental, estranha, naturéba, alienada, caricata, pior ainda, pois os praticantes de SwáSthya Yôga são gente culta, bem ajustada, saudável e dinâmica.
Texto extraído do pocket book “Zen Noção”.
sat chakra especial de graduação
Nesta quarta, 16/11, às 21h30, teremos o sat chakra especial em nossa escola. Quem já participou sabe que o sat chakra é uma prática muito intensa, na qual executamos técnicas respiratórias, vocalizamos mantras e fazemos mentalizações poderosas. Se você nunca participou, aproveite este momento e oportunidade para conhecer.
Como já é tradição, contaremos com as graduações e o concurso gastronômico. Para participar basta levar uma flor, um fruto e uma comida (sem carne) e/ou bebida (sem álcool).
Explore suas habilidades culinárias, vários alunos descobriram que sabiam cozinhar (e muito bem!) quando começaram a preparar as comidinhas para o sat chakra.
Equipe da Unidade Centro Cívico.







